Incomodando… [Uma análise psicológica sem fundamentos graduados] 17 17UTC agosto 17UTC 2011
Hoje eu vou analisar todos aqueles que me analisaram/analisam/analisarão diariamente.
Pitacos, críticas infundadas, conclusões precipitadas e nem um colhãozinho pra chegar e falar na sua cara? Se você também tem mais de 15 anos e ainda convive com esse tipo de fofoca colegial, que fora dos tempos da escola, onde serviam para moldar seu caráter e te ensinar profundas lições, não servem para absolutamente mais nada além de te fazer rir e chorar ao mesmo tempo, leia até o final.
Antes, eu queria justificar que a idade, no caso 15 anos, foi só para ilustrar mentalidade; algo além da idade física.
Para começar a minha grande análise pessoal sobre os outros me abstenho de qualquer crítica e deixo somente opiniões; porque se fosse pra fazer isso eu somente me juntaria à gentalha.
Tenho convicção de que a maioria tende a respeitar mais quem ou se utiliza de excesso de auto-problema globalizado ou diplomacia exagerada, mas também esquecem de ignorar os que preferem reservar-se e fazer uso de uma grande e magnífica coisa chamada DISCRIÇÃO. Se eu fosse uma “pessoa pública”, logicamente doaria um pouco da minha vida aos curiosos; não uma vida verdadeira talvez, mas o suficiente para me promover. Afinal do que servem os curiosos se não para promover a popularidade alheia? Só que novamente “me fazendo de vítima” terei que vender meu peixe e explicar que prefiro lidar com meus probleminhas/problemas/problemões sozinha e que se isso não te agrada ou se você acha impossível alguém não querer dividir o quanto “sofre” com o mundo para receber um pouco de piedade… SÓ LAMENTO. Lamento mesmo, sem ironias (talvez com um pouco). Na minha cabeça é muito triste só conseguir ser pleno e feliz perto de pessoas com a vida explicitamente cinza ou cabulosa, isso mostra o quanto você só é pleno vivendo a vida de outra pessoa.
A verdade é que eu já me perdi aqui, porque comecei a pensar o que eu farei de almoço e que horas irei ao banco pagar minhas contas (já que você adora tomar conta da minha vida mas não faz isso pra mim, VAI ENTENDER?!).
Estou tão psicóloga de “Casos de família” hoje que ainda vou arriscar dar uma dicona para todos vivermos felizes e em harmonia: Respeite. Mas primeiro, pare de achar que se alguém não quer dividir coisas pessoais com você é falta de respeito, porque aí pode desistir de respeitar alguém um dia. Depois se apegue na historinha do cu individual, porque se fosse pra alguém limpar a merda de outro alguém o cu seria compartilhado, mas ele não é. Por último entenda que você deve gostar das pessoas pelos que elas são e não pelo tanto de fofocas ou venenos que elas compartilham; uns gostarão de explanar quando peidam, outros preferem disfarçar e alguns preferem nem peidar… Fazer o que?
”Estamos habituados a julgar os outros por nós próprios, e se os absolvemos complacentemente dos nossos defeitos, condenamo-los com severidade por não terem as nossas qualidades.” Honoré de Balzac
Beijundas e abracetas.
Elefantou bonito!