Faz tempo que eu nem lembro do blog, e também faz tempo que eu nem lembro do quanto eu gosto de refletir sobre nada e reclamar sobre tudo.
Minha vida anda cheia de elefantes e “infantes”, e pra deixar bem claro: NÃO ACHO QUE TENHO MAIS PROBLEMAS DO QUE NINGUÉM, então parem de fazer discursos sobre criancinhas que passam fome na África principalmente porque existem crianças e adultos (também passamos fome, galera) passando fome pelo mundo inteiro.
O que eu quero dizer é que por mais que eu não passe literalmente fome, ninguém pode dizer que eu não passe metaforicamente fome… Pois, é. Ando com minha cabeça roncando, e parece que isso não tem fim nunca, chega a doer.
Preciso de uma terapia urgente, pra entender qual a real necessidade das pessoas de achar que podem julgar a vida que as outras levam? Meu saco já está tão cheio dessa tortura e de toda a diplomacia que falar pelas costas leva na bagagem, que quase me sinto como uma Joana D’arc queimada na fogueira.
Diplomacia infelizmente não faz parte do meu vocabulário, sou burra demais pra entender essa palavra a ponto de incorporar. Se eu não gosto de você, se eu não quero atender meu telefone ou se não sinto a necessidade de explanar meus elefantes; qual o grande problema em não querer esconder isso, não abrir um sorriso ou calar?
Quando você perde muito tempo tentando mostrar o quanto é bom em algo, tentando provar a todo momento que é o melhor; perde metade da sua vida vivendo para os outros e a outra metade sem descobrir outras coisas em que você é realmente bom. E sabe o pior? Muito dificilmente receberá o reconhecimento de alguém além de você mesmo porque tudo o que você faz, na verdade, é por puro egoísmo e ego.
Voltando com um pensamento largado e muito inútil, mas voltando.
Beijundas.
“A personalidade assemelha-se a um perfume de qualidade: quem o usa é o único que o não sente.”